Manifesto escrito por EDGAR MORIN referente a reunião de Paris – dezembro de 2016.

Congresso Internacional para o pensamento complexo: os desafios de um mundo globalizado.

Paris, 8-9 de dezembro 2016.

 

Promoção: UNESCO, Associação para o pensamento complexo, Ministério da Educação nacional, do ensino superior e da pesquisa.

Presidente: Edgar Morin

Tradução: Edgard de Assis Carvalho

 

 

 

Declaração final

 

 

Este Congresso ocorre em um tempo histórico de incertezas e angústias, de perigos e chances, no qual os riscos de erro e de ilusão podem ser fatais para dirigentes e povos. Daí decorre a necessidade de um pensamento complexo, apto para compreender as relações entre os diversos e múltiplos processos em curso, para detectar os antagonismos e as complementaridades, para apostar no inesperado, para prever o provável e o improvável. Um pensamento como esse tornou-se imperioso e, simultaneamente, vital. Em sua maioria, os espíritos são formados segundo nossos sistemas educativos que compartimentalizam e dispersam os conhecimentos e, por isso, são incapazes de compreender não apenas o devir em curso, mas o próprio presente.

Esse fechamento favorece a regressão mental implicada na rejeição do outro, do estrangeiro, do imigrante ou do fugitivo, regressão essa que, em si mesma, favorece o delírio mental do fanatismo. Devemos levar em consideração as condições complexas, ou seja, simultaneamente históricas, sociais, psicológicas, cognitivas que favorecem a formação dos fanatismos. Dentre as condições sociais e psicológicas, existem sociedades sem outras perspectivas senão as materiais, nas quais o vazio espiritual suscita esperanças insensatas. Dentre as condições cognitivas, existe a redução do complexo ao simples, do todo a seus elementos, o maniqueísmo que elimina qualquer tipo de ambiguidade, qualquer ambivalência na absolutização do Bem e do Mal.

Empregada para denunciar manobras assassinas, a palavra « terrorismo » testemunha sobretudo nosso terror sem, de modo algum, elucidar o que move os autores dos atentados. Tornou-se mais imperativo do que nunca compreender que nossa humanidade extraordinariamente complexa comporta de modo constitutivo a inumanidade.

Somos unos e duplos. A razão é um de nossos polos mentais, o outro é a loucura; o mito também é importante, e também é tão benéfico e maléfico como a técnica; o interesse pessoal é frequentemente oposto à dádiva e à solidariedade. Devemos compreender que nossa existência é indissociável da existência da biosfera, que a vontade de conquista da natureza pelo homem foi o delírio típico da civilização científico-técnica da Europa.

Além disso, devemos compreender que nossa ciência, por mais benéfica que seja, produziu todas as possibilidades de destruição e de manipulação da humanidade. Devemos compreender que a técnica que domina as energias físicas, assujeita igualmente o homem e o coloca a seu serviço. Devemos compreender que a economia não é apenas fonte de riquezas materiais, mas também fonte de empobrecimento espiritual e de desigualdades geradoras de miséria.

A compreensão de nossa complexidade humana nos mostra que o principal inimigo reside em nós mesmos. Compreender o devir incerto da humanidade, implica compreender o duplo futuro possível: o das catástrofes em cadeia produzidas pela nave espacial Terra; o do transumano que retardaria o envelhecimento e confiaria todas as tarefas árduas e entediantes aos robôs. Profetas são guiados não apenas pela ilusão de imortalidade, mas também pela ilusão de uma algoritimização generalizada de tudo aquilo que é humano, que nos transformaria em máquinas triviais, ou seja, em máquinas cujo comportamento é conhecido quando se conhece seu programa.

O ser humano não é uma máquina trivial: todos os grandes fundadores da religião, da filosofia, das artes, sempre foram inesperados, surpreendentes; suas existências seriam impossíveis antes de eles terem surgido. Cada um de nós é uma máquina aparentemente trivial quando obedece às constrições econômicas e sociais; mas nas emoções, nas amizades, nas escolhas amorosas, não somos uma máquina trivial.

Mais do que isso, aspiramos a uma vida poética, ou seja, a uma vida de religação, de comunhão, de alegria, de amor, de jogo, de efusão, no limite de êxtase: aspiramos também a sofrer o mínimo possível com a vida prosaica que nos obriga a agir como máquinas triviais para obedecer às constrições e obrigações.

Heidegger afirmava que a origem não está atrás de nós, mas diante de nós. Isso implica afirmar que é necessário pensar em um novo começo, pois um mundo agoniza e um outro que quer nascer, ainda não pode fazê-lo. Por toda parte, inúmeras forças vivas trabalham de modo múltiplo e disperso em prol de uma primavera. Sabemos, porém, que uma nevasca prematura pode matá-la O pensamento complexo nos ajuda a viver na incerteza, mas nos dá esperança no improvável que nos faria mudar de Via.

O desenvolvimento do Pensamento Complexo no mundo contribuiria para essa mudança de Via. Essa Via nos imunizaria contra as cegueiras, as denegações, as indiferenças, os fanatismos. Ela nos religaria entre nós e ao destino comum da humanidade. Temos de nos armar de paciência e, simultaneamente, de impaciência diante do caminho traçado por nossos passos. Como afirmava Antonio Machado, Caminhante não há caminho, o caminho se faz ao andar.

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Ambiente de conversação

Nós, no presente, vivemos imersos, de maneira consciente e inconsciente, numa cultura centrada em relações de dominação e sujeição e, ao mesmo tempo, de desconfiança e controle, de expectativas, exigências e frustrações, ambições e discriminação; cultura que gera dor por não ser visto, por não ter presença, num processo que, por exemplo, pode dar origem à autodepreciação como uma dinâmica que transforma a dor em sofrimento na conversação da desconfiança em si mesmo e na tentativa de superá-la desde o controle.

Ximena Dávila

Esse texto salienta a necessidade de criarmos um ambiente de conversação nos ambientes de aprendizagem e nos ambientes organizacionais. A dor de não ser visto pode ser curada num ambiente de conversação e de aceitação incondicional do outro como um legítimo outro.

Conferência Internacional – Saberes para uma Cidadania Planetária

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A Universidade Estadual do Ceará, associada à Universidade Católica de Brasília e à UNESCO, acreditando na relevância das ideias e ideais estabelecidos pela obra de Edgar Morin, realizarão, em Fortaleza/Ceará, no período de 24 a 27 de maio de 2016, a Conferência Internacional – Saberes para uma Cidadania Planetária.

Este evento terá como Presidente de Honra o sociólogo e filósofo Dr. Edgar Morin e será presidido pela Profa. Dra. Maria Cândida Moraes.

Além de Edgar Morin, que fará a palestra de abertura, estão confirmados mais de
40 conferencistas internacionais  e nacionais, dialogando sobre temas vinculados à obra de Edgar Morin, em comemoração aos seus 95 anos e à  toda  sua vida dedicada à humanidade.

Confira a programação completa no site: uece.br/eventos/spcp/
Acompanhe as novidades do evento: fb.com/spcp2016 

E-mail para informações: cidadaniaplanetaria@uece.br

 

Dossiê Ecotransd: Ecologia dos saberes e Transdisciplinaridade, 2015

TERCEIRO INCLUÍDO é uma Revista de divulgação científica, de acesso livre. Publica temas de todas as áreas científicas, tecnológicas, humanas, sociais, saúde, econômicas, judiciárias, ciências da Terra, filosofia, artes e epistemologias voltadas à educação.

http://www.revistas.ufg.br/index.php/teri/index

cover_issue_1593_pt_BR

ARTIGOS

DA ONTOLOGIA E EPISTEMOLOGIA COMPLEXA À METODOLOGIA TRANSDISCIPLINAR
Maria Cândida MORAES

UMA EXPERIÊNCIA DE EDUCAÇÃO PERSONALIZADA, LIBERTADORA E TRANSDISCIPLINAR
Juan Miguel BATALLOSO NAVAS

FOGO PROMETEICO, REFORMA DO PENSAMENTO E O REDIMENSIONAR DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS: EMERGEM PERSPECTIVAS DIDÁTICAS A PARTIR DA COMPLEXIDADE E DA TRANSDISCIPLINARIDADE
Marilza Vanessa Rosa SUANNO

AS MÁSCARAS E A HISTÓRIA DE VIDA NA COMPLEXIDADE DO SUJEITO
Álvaro Augusto SCHMIDT NETO

BASE NACIONAL COMUM: DESCONSTRUÇÃO DE DISCURSOS HEGEMÔNICOS SOBRE CURRÍCULO MÍNIMO
Patricia LIMAVERDE

REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO DOCENTE SUPERVISIONADO EM NÍVEL DE POS-GRADUAÇÃO A LUZ DA TEORIA DA COMPLEXIDADE
Cibele Galvão SANTOS

EDUCAÇÃO, APRENDIZAGEM E COMPLEXIDADE NOS PROCESSOS INCLUSIVOS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Roberta Galasso NARDI

ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS TRANSDISCIPLINARES DESENVOLVIDAS NO COLÉGIO LOGOSÓFICO DE GOIÂNIA
João Henrique SUANNO

“TRANS-FORMAÇÃO” POR PRÁXIS DIALÓGICA ARTÍSTICA – UMA ESTRATÉGIA DIDÁTICA TRANSDISCIPLINAR NA FORMAÇÃO DOCENTE À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
Paulo Corrêa MENDES

CRIATIVIDADE NA PESQUISA ACADÊMICA: MÉTODO-CAMINHO NA PERSPECTIVA DE UMA FENOMENOLOGIA COMPLEXA E TRANSDISCIPLINAR
Olzeni Costa RIBEIRO

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES SOB A PERSPECTIVA COMPLEXA E TRANSDISCIPLINAR: COM A PALAVRA, OS LICENCIANDOS
Sheila SCHECHTMAN

CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL E ATENÇÃO PLENA DOCENTE
Maria Julia B. de HOLANDA, Maria Cândida MORAES

E QUANDO PESQUISADOR E PESQUISADO SÃO A MESMA PESSOA? REFLEXÕES EPISTEMO-METODOLÓGICAS À LUZ DA COMPLEXIDADE E DA TRANSDISCIPLINARIDADE
Paula Pereira SCHERRE

DOCÊNCIA TRANSDISCIPLINAR EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: COMPARTILHANDO NARRATIVAS E CRIANDO CENÁRIOS FORMATIVOS
Michelle Jordão MACHADO

CENÁRIOS E ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INTEGRADORAS: A COMPLEXIDADE E TRANSDISCIPLINARIDADE LEGITIMANDO A DIVERSIDADE E O “HABITAR HUMANO”
Maria Dolores FORTES ALVES

EPISTEMOLOQUE? EPISTEMOLOGIA PARA NÃO FILÓSOFOS, GUIANDO A AÇÃO PARA O TEMPO QUE VEM
Valéria GIANNELLA

CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI’ DO SANTO PADRE FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

enciclica

Link da Carta Enciclica do Papa Francisco.

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html

Apresentamos, abaixo, trecho da carta para motivação da leitura na integra.

1. «LAUDATO SI’, mi’ Signore – Louvado sejas, meu Senhor», cantava São Francisco de Assis. Neste gracioso cântico, recordava-nos que a nossa casa comum se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços: «Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa e produz variados frutos com flores coloridas e verduras».[1]

2. Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso irresponsável e do abuso dos bens que Deus nela colocou. Crescemos a pensar que éramos seus proprietários e dominadores, autorizados a saqueá-la. A violência, que está no coração humano ferido pelo pecado, vislumbra-se nos sintomas de doença que notamos no solo, na água, no ar e nos seres vivos. Por isso, entre os pobres mais abandonados e maltratados, conta-se a nossa terra oprimida e devastada, que «geme e sofre as dores do parto» (Rm 8, 22). Esquecemo-nos de que nós mesmos somos terra (cf. Gn 2, 7). O nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta; o seu ar permite-nos respirar, e a sua água vivifica-nos e restaura-nos.

Nada deste mundo nos é indiferente.

 

VII INCREA – Fórum Internacional de Inovação e criatividade + II RIEC – Seminário da Rede Internacional de Escolas Criativas

1 Cartaz VII INCREA e II RIEC 2015

“LUDUS COMPLEXUS” REVISTA MULTIVERSITARIA DE COMPLEJIDAD

Excelente revista “LUDUS COMPLEXUS” REVISTA MULTIVERSITARIA DE COMPLEJIDAD.
É uma publicação semestral de artigos e textos da Real World Multiversidade Edgar Morin AC.

http://luduscomplexus.org/jstuff/user-pages/edgar-morin-um-pensador.html
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Ética, docência transdisciplinar e HISTÓRIAS DE VIDA – Relatos e reflexões em valores éticos

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Organizadores:

Maria Cândida Moraes

Juan Miguel Batalloso

Paulo Corrêa Mendes

Este livro é uma amostra singular de sensibilidade afetiva e ética. Representa um original testemunho do pontencial criativo, educacional e de formação pedagógica que tem as histórias de vida docente e discente. Histórias que, quando compartilhadas, dialogadas, analisadas e e interpretadas em ambientes sociais e formativos acolhedores, reflexivos, amorosos e à luz dos conceitos e princípios da transdisciplinaridade, produzem experiências significativas de aprendizagem de alto poder motivador para o sujeito comprometido com seus processos de transformação pessoal, social e profissional. Esta obra nasceu dos diálogos e intercâmbios de experiências ocorridas em sala de aula, no curso de Pós-Graduação em Educação da Universidade Católica de Brasília, mais precisamente em um seminário intensivo sobre ÉTICA, COMPLEXIDADE E TRANSDISCIPLINARIDADE, ministrado pelos Professores Juan Miguel Batalloso Navas e Maria Cândida Moraes, em 2013. Este seminário foi parte integrante da disciplina Complexidade, Aprendizagem e Conhecimento: Novos fundamentos ontológicos, epistemológicos e metodológicos da educação, de responsabilidade de M.C. Moraes.

FINLÂNDIA SERÁ O PRIMEIRO PAÍS DO MUNDO A ADOTAR TRANSDISCIPLINARIDADE EM TODAS AS ESCOLAS.

Atualização: O título original deste artigo era “Finlândia será o primeiro país do mundo a abolir a divisão do conteúdo escolar em matérias”. O título e alguns trechos do artigo foram alterados após autoridades educacionais finlandesas se manifestarem afirmando que algumas informações divulgadas na matéria original do The Independent, nas quais este texto foi baseado, estão equivocadas. Até este momento, o The Independent continua mantendo a sua versão inicial, mas o Rescola optou por se ater às informações confirmadas pelo Finnish National Board of Education. Além disso, publicamos um artigo de Pasi Sahlberg, um dos maiores especialistas mundiais em reforma educacional, esclarecendo os pontos controversos e trazendo maiores informações. (28.03.2015)


finlandiaseraoprimeiropaisaabolirmaterias00_01A campainha toca, mas, em vez da aula de História, começa a aula de “Primeira Guerra Mundial”, planejada em conjunto pelos professores especialistas em História, Geografia, Línguas Estrangeiras e (por que não?) pelo professor de Física que achou que seria uma boa oportunidade para trabalhar os conceitos de Balística.À tarde, outro sinal, mas os alunos não vão ter aula de Biologia. Hoje a aula é sobre “Ecossistema Polar Ártico”, ministrada pelos professores especializados em Biologia, Química, Geografia e o de Matemática, que percebeu que os dados sobre o derretimento das geleiras seriam úteis para o estudo de Estatística.


Em pouco tempo, cenários como esse, que já são comuns nas principais escolas da capital Helsinki, poderão ser encontrados em toda a rede de ensino do município e nas cidades do interior. O objetivo é claro:

A Finlândia quer ser o primeiro país do mundo a adotar em todas as suas escolas o ensino por “Tópicos” multidisciplinares (ou “Fenômenos”, conforme a terminologia adotada pelos educadores finlandeses).

Há anos, a educação finlandesa vem sendo considerada a melhor do mundo. Com “segredos” como valorização dos professores, atenção especial aos alunos com mais dificuldades, valorização das artes e de diferentes formas de aprendizagem e uma radical redução no número de provas e testes, o país tem consistentemente dividido as mais altas posições nos rankings do PISA(Programme for International Student Assessment, ou Programa para Avaliação Internacional de Estudantes) com Cingapura, mas com as vantagens de oferecer uma educação universalmente gratuita e livre dos tremendos níveis de estresse aos quais os estudantes asiáticos são submetidos. Apesar dos excelentes resultados (ou talvez por causa deles), a Finlândia pretende continuar repensando e aprimorando seu sistema educacional. “Não é apenas Helsinki, mas toda a Finlândia que irá abraçar a mudança”, afirma Marjo Kyllonen, gerente educacional de Helsinki. “Nós realmente precisamos repensar a educação e reprojetar nosso sistema, para que ele prepare nossas crianças para o futuro com as competências que são necessárias para o hoje e o amanhã. Nós ainda temos escolas ensinando à moda antiga, que foi proveitosa no início dos anos 1900 – mas as necessidades não são mais as mesmas e nós precisamos de algo adequado ao Século 21.” Naturalmente, a ideia de substituir “Matérias” por “Fenômenos” como forma de dividir o conteúdo escolar e apresentá-lo aos alunos sofreu resistência inicial, principalmente dos professores e diretores que passaram suas vidas se especializando e se preparando para ensinar matérias. Mas com suporte do governo – inclusive incentivos financeiros através de bonificações para os professores que aderissem ao método – os professores foram gradualmente se envolvendo e hoje aproximadamente 70% dos professores das escolas de ensino médio da capital já estão treinados e adotando essa nova abordagem. Atualmente, as escolas finlandesas já são obrigadas a oferecer ao menos um período de ensino transdisciplinar baseado em Fenômenos por ano. Na capital Helsinki, a reforma está sendo conduzida de forma mais acelerada, com as escolas sendo encorajadas a oferecer dois períodos. A previsão de Marjo Kyllonen é de que em 2020 a transição estará completa em todas as escolas do país.

http://rescola.com.br/finlandia-sera-o-primeiro-pais-do-mundo-a-abolir-a-divisao-do-conteudo-escolar-em-materias/

Na maior parte dos países, a escola forma linguistas, gramáticos, historiadores, matemáticos, mas não educa o espírito experimental. É necessário insistir na dificuldade muito maior de se formar o espírito experimental do que o espírito matemático nas escolas primárias e secundárias.(…) É muito mais fácil raciocinar do que experimentar.

APRENDIZAGEM TRANSDISCIPLINAR: em quatro passos pitagóricos – Alvaro A. Schmidt Neto

Este livro faz uma comparação simbólica entre a cosmogonia pitagórica da Tetraktys e o processo de aprendizagem. O autor demonstra com precisão simbólica os quatro movimentos pitagóricos da criação do mundo com a aprendizagem transdisciplinar.

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http://www.amazon.com.br/Aprendizagem-transdisciplinar-quatro-passos-pitag%C3%B3ricos-ebook/dp/B00VDEJ68O/ref=sr_1_11?ie=UTF8&qid=1427980096&sr=8-11&keywords=transdisciplinaridade